• apresenta

  • ARTISTAS CONVIDADOS

    José Rufino (PB)

    João Pessoa-PB, 1965. Vive e trabalha em João Pessoa.

    Artista visual e professor (UFPB). Graduação em Geologia na UFPE, onde concluiu Doutorado. Cursos livres (Coex/UFPB, 1977). Em 1983 muda-se para Recife e tem contato com a Mail Art e Poesia Visual. Em suas obras, utiliza materiais relacionados à sua história familiar, como documentos, cartas e mobiliário. Em 1991 recebe Menção Honrosa no Projeto Nascente (USP, São Paulo), e no ano seguinte, é premiado na sua segunda edição. Participações em mostras internacionais: VI Bienal de Havana (1997); 25º Panorama da Arte Brasileira (MAM São Paulo, 1997); Bienal Barro de América Roberto Guevara (Venezuela, 1998); XXV Bienal Internacional de São Paulo (2002); Bienal do Mercosul (Porto Alegre, 1999); Copa da Cultura (Berlim/Alemanha, 2006); I Bienal del Fin del Mundo (Ushuaia/Argentina, 2007). Exposições: MAMAM (Recife, 2003); Museu Oscar Niemeyer (Curitiba, 2004); MAC (Niterói-RJ, 2005); Embaixada do Brasil (Berlim/Alemanha, 2006); Galeria Virgílio (São Paulo, 2008); CCBNB (Fortaleza-CE e Sousa-PB, 2009); Palácio da Aclamação (Salvador, 2010); The Andy Warhol Museum (Pittsburg/EUA, 2010). Nos últimos anos, José Rufino desenvolveu uma das mais inventivas trajetórias da produção brasileira contemporânea, fazendo da memória individual (de outros ou sua) uma passagem para a rememoração coletiva.

    Márcio Sampaio (MG)

    Santa Maria de Itabira-MG, 1941. Vive e trabalha em Belo Horizonte-MG.

    Escola de Belas Artes (UFMG, 1964-67); Colégio de Aplicação/UFMG (1962-63). Exposições desde 1962, em Belo Horizonte, Ouro Preto, Rio de Janeiro (Galeria Ipanema), Cuiabá (Museu de Arte UFMT) e Curitiba (Sala Miguel Bakun). Retrospectivas: Fundação Cultural de Brasília; Palácio das Artes de Belo Horizonte; Poesia além do verso [poemas experimentais] (Galeria Cemig, Belo Horizonte). Coletivas: Arte latina (Recife); Visão da terra (MAM-Rio de Janeiro); Tradição e Ruptura (Fundação Bienal São Paulo); Raízes e atualidade/ Coleção Gilberto Chateaubriand (Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo); Salão Nacional de Belo Horizonte; Salão Global; Salão Ceará; Salão da Funarte; IX Bienal de São Paulo. Premiações em artes plásticas e literatura. Publicou livros de poesia, catálogos e ensaios: Amilcar de Castro, Jorge dos Anjos, Mário Bhering.

    Marlene Almeida (PB)

    Bananeiras-PB, 1942. Vive e trabalha em João Pessoa.

    Artista visual e restauradora. Graduação em Filosofia (UFPB); cursos de Pintura, desenho e escultura (Coex/UFPB). Desenvolve pesquisa sobre a manufatura de tintas à base de pigmentos e resinas naturais. Em paralelo à produção artística, preside a Associação dos Artistas Plásticos Profissionais da Paraíba (1981-1983). Ministra cursos sobre pigmentos e resinas naturais (Festival Nacional das Mulheres nas Artes; Festival de Verão de Petrõpolis; MAM Rio). Em 1994, fundou o Centro de Artes Visuais Tambiá-CAVT, para desenvolver atividades de ensino de artes e intercâmbio com outros países. Exposições: Galeria Tomás Santa Rosa (Funcep, João Pessoa, 1979); Terra (Decom/UFPB, 1983); Da esperança a ser reinventada (Galeria Gamela, 1983); Fruto da terra (Escolinha de Arte do Recife; Galeria Gamela, João Pessoa, 1984); Museu de Arte da Bahia (Salvador, 1985); A cor da terra (Fundação Cultural, Brasília, 1986); Galeria Ars Artis (São Paulo, 1987); Museu da Universidade do Pará (Belé, 1987); Paço das Artes (São Paulo, 1987); Paisagem para Schenberg (Galeria Gamela, 1990); Corpus Terrae (NAC/UFPB; Galeria Unter dem Wasserturm, Alemanha, 1997); Passatempo (Centro Cultural São Francisco, 1999); Brasilien in Barsikow (Galerie Barsikow, Bradenburgo/Alemanha, 2000); Zeit vergeht (ICBRA, Berlim, 2000); Passatempo (Valu Oria Galeria de Arte, São Paulo, 2000).

    Sérgio Lucena (PB)

    João Pessoa-PB, 1963. Vive e trabalha em São Paulo.

    Artista plástico. Entre 1982-86 realiza estudos de técnicas de desenho e pintura com o pintor Flávio Tavares. Em 1986, pinta com o mesmo artista o painel A Pedra do Reino numa homenagem ao escritor paraibano Ariano Suassuna. A partir dos anos 1980, participa do Salão de Artes Plásticas da Cidade do Recife (Recife, 1982) e V Salão Nacional de Artes Plásticas (Funarte/MAM, Rio de Janeiro, 1982). E em 1986, IX Salão Nacional de Artes Plásticas (Funarte, Centro de Convenções, Recife), e é premiado no XXXIX Salão de Artes Plásticas de Pernambuco (Recife). Ainda em 1986 realiza sua primeira individual em João Pessoa. Parte em seguida, em busca de uma vivência mais próxima da natureza e se instala na Chapada dos Guimarães, em Mato Grosso. Em 1989 recebe convite para uma exposição individual em Berlim, na Laden Galerie, e participa da mostra Surrealismo no Brasil (Pinacoteca de São Paulo). Em 1991 faz parte do Workshop Alemanha-Brasil [Deutsch-Brasilianische Kulturelle Vereinigung/MASP/Instituto Goethe], com exposições nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Salvador. Recebe bolsa de um ano para viver em Berlim. De volta ao Brasil, expõe no NAC/UFPB e, em seguida, no Museum of the Americas (Washington/EUA). Em 1999 lança o livro Sérgio Lucena Pinturas, com individual no Centro Cultural São Francisco (João Pessoa). Em 2001 faz individual no The Brazilian-American Cultural Institute (Washington/EUA), com curadoria de José Neistein. Em 2003 estabelece ateliê na cidade de São Paulo. Em 2005 viaja è Dinamarca [XIII International Workshop Remisen Akademi] (Brande/Dinamarca), um convívio de trabalho com artistas de vários países. Em São Paulo, encontra o artista Rubens Matuck, com quem desenvolve rico diálogo artístico que lhe abriu novo campo de conhecimento com artistas e pensadores da arte. A exposição Deuses (MuBE, 2007), com curadoria de Jacob Klintowitz, é a primeira individual de Sérgio Lucena em São Paulo.

  • ARTISTAS PREMIADOS

    Márcio Sampaio (MG)

    Santa Maria de Itabira-MG, 1941. Vive e trabalha em Belo Horizonte-MG.

    Escola de Belas Artes (UFMG, 1964-67); Colégio de Aplicação/UFMG (1962-63). Exposições desde 1962, em Belo Horizonte, Ouro Preto, Rio de Janeiro (Galeria Ipanema), Cuiabá (Museu de Arte UFMT) e Curitiba (Sala Miguel Bakun). Retrospectivas: Fundação Cultural de Brasília; Palácio das Artes de Belo Horizonte; Poesia além do verso [poemas experimentais] (Galeria Cemig, Belo Horizonte). Coletivas: Arte latina (Recife); Visão da terra (MAM-Rio de Janeiro); Tradição e Ruptura (Fundação Bienal São Paulo); Raízes e atualidade/ Coleção Gilberto Chateaubriand (Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo); Salão Nacional de Belo Horizonte; Salão Global; Salão Ceará; Salão da Funarte; IX Bienal de São Paulo. Premiações em artes plásticas e literatura. Publicou livros de poesia, catálogos e ensaios: Amilcar de Castro, Jorge dos Anjos, Mário Bhering.

    Proposta selecionada:

    Poesia além do verso, Instalação (materiais e suportes variados), 1960-2000 - Retrospectiva de criação na área de "poesia experimental" compreendendo objetos, instalações, propostas de ações interativas com o público. Seleção de trabalhos realizados a partir da década de 60, integrantes da I Semana Nacional de Poesia de Vanguarda, das exposições de poema/processo, até obras realizadas nos anos 1990/2000. O objetivo é colocar o público em contato com um tipo de produção poemática, para além do verso, decorrente de experiências de comunicação poética verbal e não verbal.

    Amanda Mei (SP)

    São Paulo-SP, 1980. Vive e trabalha em São Paulo-SP. Licenciatura e bacharelado em Artes Plásticas (FAAP, 2003/2004).

    Participa de grupos de estudo e projetos de pesquisa desde 2004 (CCSP, Instituto Itaú Cultural, 28ª Bienal de São Paulo, Faculdade Santa Marcelina, Instituto Tomie Ohtake). Individuais: Como fazer tempo com sobras (Galeria TAC); As sobras e desconstruções (Caixa Cultural, São Paulo); II Mostra do Programa de exposições (CCSP). Coletivas selecionadas: I Concurso Itamaraty de Arte Contemporânea; Salão de Arte do Mato Grosso do Sul; Rumos Artes Visuais: Trilhas do desejo; Anarcademia (28ª Bienal de São Paulo); 59º Salão de Abril (Fortaleza); 12º Salão Paulista de Arte Contemporânea; TRIPé (Sesc Pompéia); Vorazes, grotescos e malvados (Paço das Artes). Prêmios: Cité Internacionale des Arts [residência] (Paris); I Salão dos artistas sem galeria; 17º Encontro de Artes Plásticas de Atibaia; 11º Bienal Nacional de Santos; 35º Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto; 8ª Bienal do Recôncavo.

    Proposta selecionada:

    Estudos e memórias urbanas, Pintura (tinta óleo sobre papelão), dimensões variáveis, 2011 - Seleção de pinturas e fotografias que tem como intuito aproximar diferentes técnicas e apresentar outros modos de perceber os espaços que nos circundam através de estudos e memórias.

    AoLeo (RJ)

    Rio de Janeiro-RJ, 1983. Vive e trabalha no Rio de Janeiro-RJ.

    Licenciatura e bacharelado em Artes Plásticas (UERJ,2004-2009); Programa Aprofundamento (EAV Parque Lage, 2008-2009). Participou de exposições e feiras: ArteForum (UFRJ); Arte BA (Buenos Aires); SPARTE; Residência Interações Florestais (Funarte, Terrauna); Experimentações (Galeria Progetti); Olheiro da Arte.

    Proposta selecionada:

    Elementos (da série Exercícios de reflexão), Fotografia, 2011 - Desdobramento de uma pesquisa que consiste em fotografias com espelhos. O trabalho insere o corpo na paisagem e a paisagem no corpo através de um jogo de reflexão.

    Júlio Leite (PB)

    Campina Grande-PB, 1969. Vive e trabalha em Campina Grande.

    Bacharelado em Jornalismo (UEPB, 2000). Estudos na Escolinha de Arte do Recife (1987-88); e, MAC Olinda. Professor da UFCG (Campina Grande, 2002-2005), onde se dedica à pesquisa e orientação de projetos em arte urbana, vídeo, fotografia, arte e tecnologia. Exposições selecionadas: Salão de Arte Contemporânea de Pernambuco (1989); Salão de Arte Pará (Belém, 1999 e 2008); Projeto Prima Obra (Sala Guimarães Rosa/ Funarte Brasília, 2001); Experimental (Centro Cultural Dragão do Mar, Fortaleza); Projeto Artista Invasor (Centro Cultural Dragão do Mar, 2006); Atos visuais (Funarte Brasília, 2006); Fora do eixo (Brasília, 2009); X Bienal Internacional de Havana (2009); V Bienal Internacional Vento Sul (Curitiba, 2009); Vídeo Urgente (Galeria Cilindro); Residência Artística FAAP (São Paulo); Indicado ao Premio PIPA (MAM-Rio de Janeiro).

    Proposta selecionada:

    Sala de reforma, Site specific, 2011 - Simulação usando o conceito de simulacro, de Jean Baudrilard – em que utiliza elementos da construção civil para envolver um ambiente com tal aspecto. Fotografias de tijolos, pregos, restos e entulhos de construção (madeira, concreto, cimento, areia) e um híbrido sonoro composto por marretadas, marteladas, furadeiras, britadeiras são utilizados para formatar o ambiente da simulação.

    Chico Dantas (PB)

    Santa Luzia-PB, 1950. Vive e trabalha em João Pessoa.

    Estudou Pedagogia e Educação Artística na UFPB. Frequentou workshops e oficinas: (Usina Cultural Energisa, NAC/UFPB). Exposições selecionadas: Setembro fotográfico (Funjope, João Pessoa); O costume de Chico Dantas (Usina Cultural Energisa); Alquimia com livro e luvas [vídeo] (XV Bienal de Cerveira, Portugal); área de risco (Cooperativa árvore, Porto, Portugal); Execução sumária [instalação] (III Bienal de Gravura/ Fenart, João Pessoa); XVI Bienal Internacional de São Paulo/Núcleo Walter Zanini (1981).

    Proposta selecionada:

    Terceiros, vídeo e fotografia, 2011 - Vídeo criado a partir de imagens captadas na Internet e re-editadas, que mostram políticos envolvidos em cenas de corrupção, delinquentes capturados pela polícia e cenas do abate de um porco. Fotomontagens digitais em papel fotográfico plastificadas, que simulam documentos de identidade dos indivíduos, criadas a partir de frames do vídeo e da imagem de um rótulo de embalagem para ração animal instalados na posição vertical ao lado da projeção do vídeo.

    Braz Marinho (PB)

    Sousa-PB, 1961. Vive e trabalha em Jaboatão dos Guararapes-PE.

    Residiu e trabalhou em São Paulo e Portugal. Individuais em João Pessoa (Usina Cultural Energisa, Centro Cultural São Francisco, Núcleo de Arte Contemporânea); Recife (Galeria Mariana Moura, IAC, MAMAM, Museu Murilo La Greca, Museu da Abolição, Fundação Joaquim Nabuco); Salvador (Galeria Fabio Pena Cal); Belo Horizonte (Galeria Quadrum); Brasília (Galeria Fayga Ostrower/ Funarte). Coletivas no Brasil e em países como: Itália, Argentina, França e Espanha. Prêmios no Salão Nacional de Belo Horizonte (Museu da Pampulha, 2000 e 2001)

    Proposta selecionada:

    Tô fora, tô dentro, Site specific (vídeo), 2011 - Filmagem secreta de um ponto estratégico na Usina Cultural Energisa para a movimentada avenida Epitácio Pessoa (em frente à Usina). Em tempo real, a filmagem será projetada no lado de dentro da galeria, como se não houvesse a parede que separa o espectador da avenida. A motivação decorre da vontade de ampliação do espaço externo da exposição, trazendo assuntos ou fatos alheios, para o contexto de uma visitação desautorizada.

    Rafael Pagatini (RS)

    Porto Alegre-RS, 1985. Vive e trabalha em Porto Alegre.

    Mestrando em Artes Visuais (PPGAV/ UFRGS, 2011); Bacharelado em Artes Plásticas (UFRGS, 2009); Intercâmbio Universidade do Porto (2008). Individuais: Brumas (Instituto Goethe, Porto Alegre, 2010), Interiores (Studio Clio, Porto Alegre, 2010). Salões e prêmios: V Prêmio Açorianos de Artes Plásticas; Menção Especial na V Bienal de Gravura Olho Latino (Atibaia SP); Prêmio Ibema Gravura (Curitiba).

    Proposta selecionada:

    Em suspensão, Gravura, dimensões variadas, 2011 - Imagens nebulosas como metáforas para pensar a memória. O artista desenvolveu um método que possibilita o cruzamento entre fotografia e xilogravura e resulta num jogo óptico que proporciona a percepção de uma grande escala de cinzas na tradicional gravura em preto e branco. Obras fixadas na parede apenas por pequenos grampos de acrílico, ficando sujeitas aos movimentos de ar do local, para não sobrecarregar o espaço, deixando as obras suaves e espaçadas de forma a trazer o vazio da sala de exposição para dentro dos trabalhos. Assim, o jogo entre ausência/presença comum na xilogravura, na memória e na neblina tomará forma não apenas nas obras, mas em todo o espaço expositivo.

    Carlos Mélo (PE)

    Riacho das Almas-PE, 1969. Vive e trabalha em Recife-PE.

    Cursos de extensão universitária (Escola de Belas Artes UFPE, 1992-96; IAC, Recife, 1997-98); Estudos de desenho e pintura (Atelier Novo, MAC Olinda, 1994). Exposições selecionadas: SP Arte (São Paulo); Pieces and Parts (Lisboa); REC»GRU« (Atelier 397, São Paulo); Sujeito: Corpo (Sesc Pinheiros, São Paulo); Cartas e trajetos (Usina Cultural Energisa); Nova Arte Nova (CCBB, Rio de Janeiro e São Paulo); Futuro do presente (Itaú Cultural). Prêmios: Brasil Arte Contemporânea/ Artistas no Exterior (Bienal de São Paulo, 2010); II Prêmio CNI SESI Marcantonio Vilaça para as Artes Plásticas

    Proposta selecionada:

    Três invertido, Vídeo, 2011 - "Sintra é um belo lugar para morrer", disse o cineasta brasileiro Glauber Rocha quando viveu em Portugal (ele faleceu no Rio de Janeiro em 1981). Vídeo foi produzido durante residência artística – Home and the abroad – em Sintra, 2010. Certo "corpo que cai" reflete fortemente os fluxos de passagem e esgotamento do corpo.

    Júlio Meiron (MG)

    Raul Soares-MG, 1982. Vive e trabalha em São Paulo-SP.

    Bacharelado em Artes Plásticas (USP), Mestrando em Estética e História da Arte (MAC/ USP); Licenciatura em Arte (Centro Universitário Belas Artes de São Paulo). Principais realizações: Individual (Galeria Rita Castellote, Madri); Residência artística na cidade histórica de Areia-PB (Museu Pedro Américo), através do edital Interações Estéticas (Funarte); ilustrações para o jornal Folha de S. Paulo (2010); projeto Expedição Francisco (Conexão Artes Visuais, MinC/Funarte Petrobras); X Bienal Nacional de Santos (2006). Atua nas performances de Laura Lima e do grupo Superflex (27ª Bienal de São Paulo). Prêmio no 33º Salão de Arte Contemporânea de Santo André (2005).

    Proposta selecionada:

    Absorção, Site specific, 2011 - Esta série foi iniciada em 2008, em uma viagem de barco (transformado em ateliê flutuante) pelo Rio São Francisco, em meio às obras da Transposição. Nesta viagem, o artista acolchoava elementos do barco e da paisagem, aludindo à absorção artificial das águas. A proposta é envolver elementos da Usina Cultural Energisa (e outros elementos de "fora") com espuma de acolchoamento como forma de trazer o rio "absorvido" para a galeria, só que não através da engenharia, como pretende o polêmico projeto de transposição de suas águas, mas através da porosidade da arte contemporânea.

    Márcio ALmeida (PE)

    Recife-PE, 1963. Vive e trabalha em Recife-PE.

    Individuais: Galeria Renato Carneiro Campos (Museu do Estado, Recife); Espaço Cultural Bandepe (Recife); Galeria Dumaresq (Recife); Objetos encadernados e outros objetos (NAVE-Núcleo de Artes Visuais e Experimentos, Recife); Habite-se (Galeria Amparo 60, Recife). Coletivas: Salão de Arte Contemporânea de Pernambuco (Recife, 1988, 1989 e 1992); VI Samap (João Pessoa,1991); Treze artistas em tempos de cólera (Espaço Quarta Zona de Arte, Recife, 1992).

    Proposta selecionada:

    Habite-se, Instalação (work in progress), 2006-2011 - Ação de fotografar a colocação de obeliscos em determinados locais, significativos para determinada pessoa ou grupo de pessoas (curadores, artistas envolvidos na mostra e pessoas comuns) da cidade onde será realizada a exposição, dois meses antes da realização da mostra que deverão fotografá-los e enviar as fotos por e-mail, para que possa compor o work in progress. O indivíduo e suas relações com a cidade, a ocupação e a apropriação dos espaços são algumas reflexões sugeridas pelo trabalho.

    Grupo Mesa de Luz (DF)

    Brasília-DF

    Artistas do grupo: Hieronimus do Vale (bacharel em Artes Plásticas pela UnB. Artista plástico e VJ desde 2004); Tomás Seferin estuda Artes Plásticas (UnB) e cursou Engenharia de Audio (SAE, Paris). é artista plástico, produtor musical, sonoplasta e DJ. Marta Mencarini é mestre em Arte e Tecnologia e bacharel em artes plásticas (UnB). é artista plástica e professora de artes plásticas. Atuações recentes do Grupo: Fora do Eixo (Brasília); 1º Salão de Arte Contemporânea do Centro-Oeste (Goiânia-GO); Circuito Sesc de Artes (15 cidades no interior de São Paulo); Festival de Arte Digital (Belo Horizonte); Brasília aos ventos que virão... (Brasília); Festival Internacional de Teatro Cenacontemporânea (Brasília); DF Depois das Fronteiras (Brasília); 1277 Minutos de Arte Efêmera (Brasília); 61° Salão de Abril (Fortaleza); Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (SESI, São Paulo); Fora do Eixo Precipitações (Brasília); #7 Encontro de Arte e Tecnologia (Brasília).

    Proposta selecionada:

    remixCIDADE: João Pessoa, Mídias contemporâneas (vídeo, instalação, performance), 2011 - A apresentação de cinema ao vivo – remixCIDADE: João Pessoa – trata de um retrato da cidade de João Pessoa em que os artistas do grupo se propõem a desenvolver uma pesquisa de campo, coletando sons e objetos descartados ou esquecidos da cidade que farão parte de uma apresentação de cinema ao vivo, mostrando assim a percepção dos artistas em relação à cidade e os seus restos. Com o olhar estrangeiro, influenciados pela paisagem, pela arquitetura e pelas pessoas, os artistas de forma intuitiva criarão um inventário de objetos descartados ou esquecidos que representarão percepções inusitadas de João Pessoa. A partir desta pesquisa, o grupo conceberá o espetáculo, onde os sons são remixados e as imagens criadas ao vivo.

    Laércio Redondo (RJ)

    Paranavaí-PR, 1967. Vive e trabalha entre Estocolmo e Rio de Janeiro.

    Cursa artes plásticas (FAAP, 1998); Pós-graduação(Konstfack, Estocolmo, 2001). Ministrou workshops no Moderna Museet (Estocolmo); Hochschule für Bildende Künste-HBK (Braunschweig, Alemanha). Individuais: Para mirar al sur (Galeria Box4, Rio de Janeiro, 2007); Listen to me (Kunsthalle Gappingen, Alemanha, 2005). Coletivas: Arte Pará (2009); Leibesubüngen (Galerie Hochschule für Bildende Künste, Braunschweig, 2008); Maybe at home (Pyramida Centre for Art, Haifa, Israel, 2007); XI Triennale índia (Nova Delhi, 2005); Im Bild (Kunsthalle Gappingen, 2004); Bienal do Mercosul; Modos de usar (Galeria Vermelho, São Paulo, 2003). Artista residente no programa Batiscafo (Havana, Cuba, 2007); Akademie Schloss Solitude (Stuttgart, Alemanha, 2004-5); IASPIS (2008); Residence Botkyrka (Estocolmo, 2011).

    Proposta selecionada:

    Carmen Miranda – uma ópera da imagem, Instalação, 2010 - O projeto relaciona-se com a imagem de Carmen Miranda, cantora luso- brasileira, atriz da Broadway e de Hollywood, estrela de cinema atuante entre os anos 1930- 50. Este projeto, em colaboração com Márcia Sá Cavalcante Schuback, resultou em uma escultura sonora, que aborda principalmente os problemas da representação através do corpo performático de Carmen Miranda. Um organismo público que também se torna político marcado pelas controvérsias entre Brasil e Estados Unidos durante a década de 1940. A imagem de Carmen é traçada por meio de categorias de deslocamento. Pode ser lido como um corpo que possui e revela as fantasias e ansiedades da ideologia dominante em relação ao gênero, diferença sexual e étnica, que revela e esconde as mensagens conflitantes de gênero. Alegoricamente, desde então, ela também tem alimentado uma imagem ou "interpretações carnavalescas" dos trópicos ao longo dos tempos nos quatro cantos do mundo.

    Túlio Pinto (RS)

    Brasília-DF, 1979. Vive e trabalha em Porto Alegre.

    Bacharelado em Artes Visuais (UFRGS, 2009). Cursos na EAV Parque Lage (2005). Co-fundador e integrante do Atelier Subterrânea. Individuais recentes: Diagonal(MARP, Ribeirão Preto); Trajetórias ortogonais (Instituto Goethe, Porto Alegre); Duas grandezas (Galeria Iberê Camargo, Usina do Gasômetro, Porto Alegre). Coletivas: Rastros de Aserrín (Centro Cultural Parque de España, Rosário, Argentina); Do atelier ao cubo branco (MARGS, Porto Alegre); 35° Salão de Arte de Ribeirão Preto (Prêmio); IV Prêmio Açorianos de Artes Plásticas (Destaque em Escultura).

    Proposta selecionada:

    Compensação II, Objeto (cubos de aço e lâmina de vidro), 230x100x110cm, 2011 - O trabalho é composto por dois cubos de aço sobrepostos e uma lâmina de vidro. Um dos cubos encontra-se em situação de "queda interrompida" pela ação de travamento que a lâmina de vidro exerce no sistema. Essa ação "performática" dos materiais empregados no trabalho acontece sobre um dos cubos.

  • BotãoBotão
  • BotãoBotão
  • BotãoBotão
  • BotãoBotão
usina cultural energisa
av. juarez távora, 243 - torre
joão pessoa-pb - 58040-020

83. 3221.4985
contato@premioenergisaartesvisuais.com.br
Desenvolvido por CAFE DIAS